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Operação ORION: a devassa da Telexfree

25/07/2014

PF, enfim, deflagra operação para desbaratar esquema de pirâmide da TelexFree

Justiça proíbe donos da TelexFree de deixar o Brasil e suspende empresa acusada de ‘pirâmide financeira'; Carlos Roberto Costa, sócio da empresa, é candidato a deputado federal no ES

Felipe Frazão
Carlos Costa, diretor de marketing da Telexfree

Carlos Costa, diretor de marketing da Telexfree (Reprodução)

A Justiça Federal no Espírito Santo mandou suspender as atividades econômicas da Ympactus Comercial, empresa detentora da TelexFree no Brasil, e proibiu os sócios da empresa de deixar o país. Nesta quinta-feira, eles foram alvo da Operação Orion, da Polícia Federal (PF), deflagrada para cumprir nove mandados de busca e apreensão em locais vinculados à empresa e seus sócios na região metropolitana de Vitória. Os donos da Ympactus também tiveram os bens sequestrados e as contas bancárias bloqueadas. Ao todo, cinquenta policiais federais e dezoito auditores da Receita Federal participaram da operação que percorreu as residências de dois sócios; sedes da Telexfree e de outra empresa investigada; e quatro escritórios de contabilidade.

Um dos donos da TelexFree no Brasil, o empresário Carlos Roberto Costa (PRP) é candidato a deputado federal no Espírito Santo. Costa é um dos investigados pela PF por crimes financeiros e contra a economia popular. Assim como os demais proprietários da Ympactus, ele terá de se apresentar mensalmente à 1ª Vara Federal Criminal de Vitória, onde o processo tramita. A medida cautelar é uma alternativa à prisão.

Segundo a PF, os responsáveis pela empresa devem responder por formação de “cadeias” ou “pirâmides financeiras”, crime descrito na lei como “obtenção de ganhos ilícitos em detrimento do povo, mediante especulações ou processos fraudulentos”, cuja pena pode chegar a dois anos de prisão. Eles ainda poderão ser processados por dois crimes contra o sistema financeiro: operação de instituição financeira com autorização falsa ou sem autorização (cuja pena pode chegar a quatro anos de cadeia) e emissão de títulos ou valores mobiliários falsos, sem registro prévio, sem lastro suficiente ou sem autorização legal – a pena para tais práticas varia de dois a oito anos de detenção.

O inquérito que apura a possível ocorrência de crimes praticados pela Telexfree e pelos seus sócios foi instaurado por pedido do MPF/ES. “O material apreendido vai subsidiar as investigações sobre crime contra a ordem economia popular (pirâmide financeira/ Ponzi); oferta pública de valores mobiliários sem registro junto à Comissão de Valores Mobiliários; evasão de divisas; lavagem de dinheiro; e sonegação fiscal”, explica o Ministério Público em nota.

Atualmente, a TelexFree é alvo de uma ação civil pública na 2ª Vara Cível de Rio Branco, no Acre. Também é alvo de investigação nos Estados Unidos acerca de cometimento de fraude eletrônica instrumentalizada por uma pirâmide financeira. A Justiça americana, inclusive, determinou em abril o congelamento dos bens do grupo Telexfree. O pedido foi feito pela Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira, e determinado pelo Tribunal Distrital de Boston.

 

Patrimônio de Carlos Costa declarado à Justiça Eleitoral

Descrição Valor do Bem
APARTAMENTO NA RUA PORTO ALEGRE – ITAPOÃ – VILA VELHA – ES (EM NOME DA DEPENDENTE) R$ 168.000,00
APARTAMENTO NA AV. GIL VELOSO, JARDIM RESPLENDOR – ITAPOÃ – VILA VELHA – ES R$ 1.100.000,00
APARTAMENTO AV. HUGO MUSSO, JARDIM RESPLENDOR – ITAPOÃ – VILA VELHA – ES R$ 109.585,00
KIA SORENTEO EX 3.5 G17 ANO 2012 R$ 132.000,00
KIA SOULEX 1.6, ANO 2012 (EM NOME DA DEPENDENTE) R$ 70.000,00
MERCEDES BENS SLK250 TURBO ANO 2012 R$ 219.100,00
QUOTAS DE CAPITAL DA EMPRESA YMPACTUS COMERCIAL S/A R$ 300.000,00
PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA NA EMPRESA SIMTERNET TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA R$ 2.000.000,00
POUPANÇA BANCO DO BRASIL EM NOME DE TECEIRO R$ 125.420,38
CRÉDITO REFERENTE A EMPRÉSTIMO COM A FILHA LETÍCIA R$ 1.500.000,00
POUPANÇA OURO – BANCO DO BRASIL R$ 456.937,44
POUPANÇA MULTIDATA – BANCO ITAU R$ 10.038,15
BANCO ITAÚ R$ 3.169,03
OUROCAP ESTILO PREMIO – BANCO DO BRASIL R$ 213.120,62
BRASILPREV VGBL R$ 3.650.000,00
ITAU UNICLASS R$ 2.141.772,25
ITAU UNICLASS FIRST EM NOME DO DEPENDENTE R$ 103.425,64
CAIXA ECONOMICA FEDERAL VGBL R$ 1.240.000,00
Total R$ 13.542.568,43
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

FBI convoca vítimas da TelexFree e formaliza acusação contra sócios; divulgadores podem ser responsabilizados criminalmente

27/05/2014

FBI convoca vítimas da TelexFree e formaliza acusação contra sócios

Site da polícia federal americana pede ajuda às pessoas para levantar informações sobre esquema de pirâmide financeira da empresa

 

A polícia federal americana, o Federal Bureau of Investigation (FBI), lançou nesta quinta-feira um site para cadastrar “vítimas” da TelexFree. A empresa é acusada de crime de pirâmide financeira e levantou mais de 1 bilhão de dólares no mundo. Chamado de “Victim Assistance” (assistência às vítimas), o FBI pede a colaboração dos chamados divulgadores da empresa com o preenchimento de um questionário sobre a relação com a TelexFree. “Se você é um cliente da TelexFree e acredita que tenha sido prejudicado, você deveria preencher o questionário abaixo”, diz a página. As perguntas estão em inglês, português e outros 80 idiomas.

O cadastro é voluntário e tem o objetivo de coletar informações para a investigação federal e para a identificação da abrangência criminal do caso, principalmente saber quantas pessoas foram prejudicadas com o esquema fraudulento. Para a ação, o FBI conta com a parceria da Homeland Security Investigations, órgão federal que investiga questões relacionadas a direitos de consumidores americanos e imigrantes.

No texto, consta a informação de que “em 9 de maio, James Merrill e Carlos Wanzeler, os principais sócios da TelexFree e empresas relacionadas, foram acusados ​​em um processo criminal federal de conspiração para cometer fraude eletrônica”. Merrill está preso e teve seu pedido de fiança negado nesta semana, assim como a esposa de Wanzeler, Kátia, pega ao tentar sair do país. Já Carlos está em Vitória, no Espírito Santo, mas teve sua prisão decretada nos EUA.

Na sequência, é citado um trecho do comunicado de imprensa emitido pelo gabinete do procurador dos EUA, do distrito de Massachusetts:

De acordo com o depoimento, a TelexFree Inc e a TelexFree LLC (ambas a mesma empresa) ofereceriam serviço de telefonia por internet (VoIP) para consumidores que se cadastrassem e mantivessem uma conta em seu site. Alega-se que TelexFree era, na verdade, um esquema de pirâmide, e que, entre janeiro de 2012 e março de 2014, pretendia promover fortemente seu serviço de VoIP, recrutando milhares de ‘promotores’ para que eles publicassem anúncios do produto na Internet. Cada divulgador foi obrigado a ‘comprar’ um pacote da TelexFree a um preço determinado, pelo qual seria posteriormente compensado, sob uma complexa estrutura de pagamento semanal baseado nos anúncios postados.

Alega-se que a exigência de posts de anúncios era um exercício sem sentido, no qual cada divulgador cortava e colava os mesmos em sites previamente passados pela própria TelexFree, que já estavam saturadas de anúncios feitos pelos participantes mais antigos. As vendas de VoIP representam menos de 1%, ou 100 milhões de dólares, da receita total da TelexFree nos últimos dois anos. A esmagadora maioria de sua receita (99%) vinha da entrada de novas pessoas no esquema. A TelexFree só seria capaz de pagar as compensações que havia prometido a seus promotores existentes trazendo novos divulgadores.

Atualização - A polícia diz ainda que, devido ao potencial número de vítimas ser muito grande, ela não conseguirá responder todos os casos, mas que poderá contatar alguns para mais informações, se achar necessário. Todas as pessoas cadastradas serão informadas do andamento da questão na Justiça americana e terão acesso a seus direitos. O FBI deixa ainda um contato da Procuradoria do Estado de Massachusetts, em caso de dúvidas: ‘USAMA.VictimAssistance@usdoj.gov’.

 

Telexfree: divulgadores podem ser responsabilizados criminalmente

Do Folha Diário

O Ministério Público do Acre, que está à frente das investigações sobre a Telexfree, disse esta semana que os divulgadores que recrutaram novas pessoas para fazer parte do suposto esquema de pirâmide financeira, podem ser responsabilizados criminalmente durante o processo que investiga a operação da empresa no Brasil e no exterior.

A suspeita é de que este seja o maior crime já praticado contra a economia do país, já que as investigações levam a crer que o negócio era operado como uma “pirâmide” sob o disfarce de empresa de marketing multinível, negócio que coloca em risco o sistema financeiro brasileiro.

Em Videira, a adesão foi uma das maiores operações da Ympactus no Brasil. A empresa operava com o nome Telexfree, que por sua vez, é sediada nos Estados Unidos e prometia a venda de pacotes de ligações a longa distância a preços menores e também e remuneração de seus “divulgadores” por anúncios feitos na internet, chegando aos 200% de rentabilidade.

Segundo apurou o Ministério Público, os valores contabilizados pela Telexfree com a venda dos produtos que prometia não passava de 1% do faturamento, pois a verdadeira renda tinha como procedência a entrada de novos integrantes no negócio para que ele pudesse se manter.

No Brasil, a Telexfree está impedida de fazer pagamentos e cadastros de divulgadores desde o dia 18 de junho do ano passado. A investigação da Secretaria de Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, também concluiu que a Telexfree é uma pirâmide financeira e que ela arrecadou cerca de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo com um esquema ilegal de venda fraudulenta de títulos. Na  denúncia, as autoridades norte-americanas pediram  o fim das atividades da empresa, a devolução dos lucros obtidos e o ressarcimento das perdas causadas aos “divulgadores”.

Suspensão das atividades
A Telexfree anunciou através de comunicado publicado em sua página na internet que suspendeu todas suas atividades de negócios, enquanto cuida de pendências com a Corte de Falências dos  Estados Unidos, agências governamentais e a Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira. No Brasil, a sede da empresa também estampou um comunicado na porta em que diz que as atividades estão temporariamente suspensas, apesar de vários funcionários serem vistos trabalhando dentro do estabelecimento.

Ações na justiça
Em Videira, já são dezenas as ações na Justiça com o propósito de fazer com que os consumidores que adquiriam os pacotes da Telexfree tenham seu dinheiro de volta. Algumas delas, já possuem ganho de causa por parte dos “divulgadores”, dentre elas, ações com valores acima de três dígitos. Dessa forma, advogados tem aconselhado as pessoas que se sentiram lesados pela empresa, que entrem na Justiça para buscar os valores que deixaram de receber após a empresa ter seus ativos bloqueados e ainda os recursos que foram investidos inicialmente. No último levantamento feito pelo governo dos Estados Unidos, a empresa não terá valores suficientes para pagar todos as suas dívidas caso for liquidada.

Fundador está preso

O americano James Merrill, um dos fundadores da Telexfree, foi preso no último dia 9, no Estado de Massachusetts. A Justiça americana também expediu mandado de prisão de outro fundador, o brasileiro Carlos Wanzeler, que está foragido. Se forem condenados, cada um pode pegar até 20
anos de prisão.

FBI VAI CADASTRAR VÍTIMAS DA TELEXFREE

A polícia federal americana, o Federal Bureau of Investigation (FBI), lançou nesta quinta-feira um site para cadastrar “vítimas” da TelexFree. Chamado de “Victim Assistance” (assistência às vítimas), o FBI pede a colaboração dos chamados divulgadores da empresa com o preenchimento de um questionário sobre a relação com a TelexFree. “Se você é um cliente da TelexFree e acredita que tenha sido prejudicado, você deveria preencher o questionário abaixo”, diz a página. As perguntas estão em inglês, português e outros 80 idiomas.

O cadastro é voluntário e tem o objetivo de coletar informações para a investigação federal e para a identificação da abrangência criminal do caso, principalmente saber quantas pessoas foram prejudicadas com o esquema fraudulento. Para a ação, o FBI conta com a parceria da Homeland Security Investigations, órgão federal que investiga questões relacionadas a direitos de consumidores americanos e imigrantes. 

No texto, consta a informação de que em 9 de maio, James Merrill e Carlos Wanzeler, os principais sócios da TelexFree e empresas relacionadas, foram acusados em um processo criminal federal de conspiração para cometer fraude eletrônica”. Merrill está preso e teve seu pedido de fiança negado nesta semana, assim como a esposa de Wanzeler, Kátia, pega ao tentar sair do país. Já Carlos está em Vitória, no Espírito Santo, mas teve sua prisão decretada nos EUA. 

A polícia diz ainda que, devido ao potencial número de vítimas ser muito grande, ela não conseguirá responder todos os casos, mas que poderá contatar alguns para mais informações, se achar necessário. Todas as pessoas cadastradas serão informadas do andamento da questão na Justiça americana e terão acesso a seus direitos. O FBI deixa ainda um contato da Procuradoria do Estado de Massachusetts, em caso de dúvidas: ‘USAMA.VictimAssistance@usdoj.gov’.

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Herbalife sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia

17/04/2014

Quem acompanha o blog há anos sabe que há vários indícios e fatos – acerca da natureza e dinâmica do sistema de distribuição – que fazem com que a Herbalife, na prática, seja um esquema lesivo, vulgo pirâmide com produtos. E a empresa agora está passando por uma prova de fogo: desde o ano passado, o gestor de um fundo de investimento, Bill Ackman, investe pesado em apostas contra ações da empresa e convencendo diversas autoridades a se juntar a ele para ratificar LEGALMENTE a configuração piramidal de seu sistema. Recentemente a FTC, o Departamento de Justiça e o FBI começaram a investigar as denúncias a respieto das alegações de que o sistema carregado pela Herbalife é uma pirâmide. Agora, de acordo com o site InfoMoney, o  procurador-geral de Nova York, Eric Schneiderman, também abriu uma investigação contra a empresa pelo mesmo motivo que o FBI. Vejamos os desdobramentos dos acontecimentos.

 

 Herbalife sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia

Procurador-geral de Nova York, Eric Schneiderman, abriu uma investigação em meio a alegações de que a companhia opera em um esquema de pirâmide, de acordo com fonte ouvidas pelo New York Post

 

SÃO PAULO – Após a FTC (Federal Trade Comission) o FBI (Federal Bureau of Investigation) e o Departamento de Justiça norte-americano passarem a investigar a Herbalife, desta vez, o procurador–geral de Nova York, Eric Schneiderman, abriu uma investigação em meio a alegações de que a companhia opera em um esquema de pirâmide, de acordo com fontes ouvidas pelo New York Post..

O jornal, citando fontes anônimas, disse que pelo menos dois informantes já prestaram depoimentos para a equipe de investigação de Schneiderman. O procurador também estaria ouvindo as reclamações de ex-distribuidores hispânicos que disseram ter sido lesados pela empresa.

A investigação da Promotoria de Nova York para a empresa de nutrição ocorre em meio a um inquérito civil e relatos de que o FBI também está observado como a Herbalife conduz seus negócios.

Na semana passada, O Financial Times divulgou que o FBI e o Departamento de Justiça norte-americano passaram a investigar a companhia. Em entrevista para o jornal, a Herbalife afirmou que não tem conhecimento de qualquer investigação por parte dos órgãos do governo e que não recebeu nenhum pedido formal nem informal solicitando alguma informação. “Nós levamos nossas obrigações de divulgação pública muito a sério. A Herbalife não pretende fazer qualquer comentário adicional sobre este assunto”, completou a companhia.

No início deste ano, a companhia já havia dito que concordava com a investigação da FTC e que via isto como uma oportunidade para corrigir possíveis erros dentro da empresa. Além disso, ela ressaltou que iria cooperar e que estava confiante de que estava de acordo com todas as leis e regulamentos.

A investigação criminal por parte do FBI aumenta os riscos para a Herbalife, que já enfrenta inquéritos civis de vários órgãos do governo e que estão olhando para a empresa com sede em Los Angeles. A companhia vende shakes nutricionais e suplementos através de milhões de distribuidores em mais de 80 países.

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Herbalife sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3293585/herbalife-sob-fogo-cruzado-apos-fbi-procurador-investiga-piramide-companhia
Herbalife sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3293585/herbalife-sob-fogo-cruzado-apos-fbi-procurador-investiga-piramide-companhia

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Herbalife sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3293585/herbalife-sob-fogo-cruzado-apos-fbi-procurador-investiga-piramide-sob fogo cruzado: após FBI, procurador de NY investiga “pirâmide” da companhia – InfoMonVeja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3293585/herbalife-sob-fogo-cruzado-apos-fbi-procurador-investiga-piramide-companhia

Caso Telexfree: Nota de Esclarecimento MP-AC

10/01/2014

Atualizando o blog: Telexfree não aceita sequer negociar a proposta do Ministério Público, como pode ser depreendido através da nota abaixo.

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor vem a público esclarecer, para que não paire mais qualquer dúvida, que, ao contrário das informações divulgadas falsamente sobre negativa de negociação de compromisso de ajustamento de conduta por parte do Ministério Público com a empresa Ympactus, na audiência em que foi tentada a conciliação, foi feita pelo Ministério Público a proposta de acordo anexa, visando à devolução em menos de 100 (cem) dias de todos os valores investidos na empresa, a qual é presentemente divulgada exclusivamente com a finalidade de deixar claro que o processo não é resolvido por vídeos ou por conversas em redes sociais, porque processo tramita conforme a legislação em vigor e, também, que acordo não é imposto, é fruto de consenso. Não é desnecessário dizer, além disso, que, obviamente, as condutas a serem ajustadas em termos de ajustamento de conduta são condutas que observam a lei e não, simples frutos da vontade unilateral de quem é réu em processo.

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Cumpre dizer que foi a empresa Ympactus, por meio do Senhor Carlos Costa, presente na audiência, que não aceitou sequer negociar a proposta de acordo apresentada pelo Ministério Público em audiência, e que o processo agora se encontra na fase de instrução probatória, sendo que, por duas vezes, como já foi divulgado na imprensa, a empresa foi multada por atrasar o andamento do processo, sem se falar, em respeito ao segredo de justiça, do conteúdo da derradeira manifestação da empresa no processo, de modo que vem gerando assim incidentes que atrasam ainda mais a conclusão do processo, que, mesmo no recesso de final de ano foi movimentado pelo Poder Judiciário e devidamente despachado pelo Ministério Público, inclusive, antes mesmo do processo cair no sistema ministerial.

Sobre a quantia atualmente indisponibilizada para permitir o ressarcimento de todos que investiram neste negócio, é importante dizer que esta encontra-se em conta bancária judicial, e que o Ministério Público não possui qualquer gestão ou acesso a essa conta.

Ainda sobre esse processo, deixa claro que agora quem dará a palavra final será o Poder Judiciário, porquanto o Ministério Público é apenas autor da ação.

Na mesma oportunidade, em face das notícias de fato que chegaram ao Ministério Público trazidas por pessoas que investiram em pirâmides financeiras por meio de sites estrangeiros e do não recebimento de qualquer quantia prometida, especialmente por meio de site chinês, que não tem relação com a Ympactus, é bom que se esclareça, devem os investidores ter ciência de que inexiste norma sobre o ciberespaço, e que há apenas alguns julgados permitindo que o processo tramite pela justiça brasileira, sem prejuízo dos investidores buscarem a justiça estrangeira, no caso, a chinesa, com todos as dificuldades que isso representa. Essas questões legais devem servir para alertar a todos dos riscos que correm.

Alessandra Garcia Marques

Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor

Ministério Público do Estado do Acre

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Multiclick tenta evitar (eventual) bloqueio.

10/08/2013

A Multiclick, uma das empresas investigadas pela força tarefa formada por Ministérios Públicos estaduais e federais tenta, a todo custo, obter um pronunciamento jurídico para coibir o bloqueio e a suspensão de suas atividades, como foi feito com BBOM, Telexfree e Priples. Até o momento, a empresa não logrou êxito nas tentativas. Um processo foi extinto e outro corre em segredo de justiça no RN, sem decisão até a publicação deste post.

Existem ao menos duas investigações em curso, sendo que os respectivos andamentos não foram divulgados. Apesar da existência de inquéritos em curso, o presidente da empresa, motivado não se sabe por qual documento ou informação, afirmou em video que a empresa tinha sido “liberada” pelo judiciário. Esta informação – até prova em contrário – não procede. A multiclick CONTINUA sob investigação e até algum pronunciamento oficial ou abertura de processo (disponibilizado para consulta em algum site), recomenda-se cautela. A meu ver, a multiclick pratica o mesmo modelo de negócio proposto pelas empresas bloqueadas, com foco CLARO em recrutamento de pessoas. Infelizmente,  estas empresas não parecem confiáveis e há um histórico de mentiras envolvendo as mesmas e seus representates. Isto porquê, na telexfree, seu representante (Carlos Costa) mentiu diversas vezes em video, sendo desmentido oficialmente pelos “parceiros” que alegava possuir (Mapfre e Liberty), a BBOM, apesar do bloqueio, continuou recrutando, fato que motivou DOIS novos bloqueios e agora a Multiclick informa aos participantes que foi liberada, que inquéritos foram encerrados…sem que haja qualquer comprovação documental ou pronunciamento oficial por parte do Ministério Público ou outra autoridade responsável. Cabe aos participantes cobrarem a comprovação da alegada liberação. Alguns participantes, em foruns de internet, adotaram (e repassam) a tese no sentido de que uma sentença em  processo EXTINTO SEM MÉRITO foi o “aval” jurídico, o que não procede. E fica a pergunta para reflexão…por quê uma empresa tenta evitar bloqueio judicial que só seria concedido caso houvessem fortes indícios de atividade ilegal??? 

Abaixo, para informação e acompanhamento, materia publicada em 9.8.2013.

 

Investigada por pirâmide, Multiclick vai à Justiça para tentar evitar bloqueio

Apesar de existirem dois inquéritos, presidente diz que empresa está liberada pela Justiça

A Multiclick Brasil, investigada por suspeita de ser uma pirâmide financeira, procurou a Justiça para evitar que suas contas e atividades sejam bloqueadas. O congelamento foi a tática adotada por promotores e procuradores da República contra Telexfree , BBom e Priples, acusadas da mesma fraude. 

A Multiclick é a empresa para a qual o ator Sandro Rocha, um dos principais garotos-propaganda informais da Telexfree, migrou depois do bloqueio dessa empresa .

Assim como as três empresas já bloqueadas, a Multiclick Brasil informa atuar por meio do marketing multinível, sistema em que revendedores autônomos são premiados pelas vendas de outros comerciantes que atraem para a rede.

A diferença desse modelo legal de varejo para as pirâmides é que, nas fraudes, o faturamento da empresa depende mais das taxas de adesão pagas pelos revendedores do que dos produtos ou serviços em si.

Saiba mais: Infográfico mostra diferença entre marketing multinível e pirâmide financeira

Na Multiclick, o interessado deve pagar taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 2.750, o que lhe dá direito a colocar anúncios na internet. Os investimentos permitem lucros de R$ 160 e R$ 800 por mês, respectivamente. A empresa informa em seu site que seus produtos são desenvolvimento de site e compartilhamento em rede social.

Para ter ganhos mais expressivos, porém, é necessário indicar mais integrantes.

“Você não precisa vender nada, não precisa indicar ninguém e você já está ganhando. (…) Mas você vai perceber que pessoas irão lhe procurar (…) E você vai indicar pessoas se quiser, e pode ter certeza, se você indicar pessoas, você vai ganhar muito dinherio nesse negócio além do que você já esará ganhando”, informa um vídeo de divulgação da Multiclick disponível na página da empresa.

Dois inquéritos

Tal modelo de negócios colocou a Multiclick na lista de 31 investigadas por uma força-tarefa nacional de combate a pirâmides financeiras . Ao menos dois ministérios públicos estaduais abriram inquéritos contra a empresa: o de Santa Catarina (MP-SC), em junho, e o de Rio Grande do Norte (RN), em julho .

Os advogados da Mutliclick, então, fizeram ao menos dois pedidos à Justiça para tentar evitar que os promotores exigissem  que as contas e as atividades da empresa fossem bloqueadas. A medida foi adotada contra  Telexfree , BBom e Priples , com a justificativa de garantir a devolução do dinheiro aos investidores.

O primeiro mandado de segurança chegou à Justiça Federal em Santa Catarina em 22 de julho. Na ação, os advogados pedem que os bens, contas bancárias, produtos e serviços da empresa não sejam bloqueados e que ela continue a poder ampliar sua rede de integrantes.

A juíza Ana Carine Busato Daros, da 2ª Vara da porém, não aceitou o pedido e determinou a extinção da ação.

Na quarta-feira (7), um pedido semelhante chegou à 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal (RN). Os advogados argumentam que a Mutliclick não é pirâmide financeira e que suas atividades estão sendo investigadas por engano. O processo foi colocado sob segredo de Justiça e ainda não houve uma decisão sobre as solicitações da empresa.

Dono diz que não há inquéritos

Apesar da existência desses dois inquéritos, o presidente da empresa, Wagner Alves, diz, em vídeo, disponível na internet desde o fim de julho, que a empresa está livre de investigações.

“Nós não temos mais nenhum tipo de investigação contra nós. Nós fomos investigados e a Justiça decidiu que a Multiclick Brasil é uma empresa legal e deve continuar as suas atividades normalmente, tranquilamente”, explica Alves no vídeo. “Por isso fique tranquilo, divulgue isso para a sua rede, divulgue isso para sua equipe porque a Mutliclick Brasil veio para ficar.”

Fonte http://economia.ig.com.br/2013-08-09/investigada-por-piramide-multiclick-vai-a-justica-para-tentar-evitar-bloqueio.html

Dono da empresa de marketing multinível Priples é preso

03/08/2013

Dono de empresa marketing multinível Priples é preso

Publicado em 03.08.2013, às 10h34

sede

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A sede da empresa fica em Piedade, Jaboatão dos Guararapes

Foto: reprodução/site da Priples
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O dono da empresa de marketing multinível Priples, Henrique Maciel Carmo de Lima, de 27 anos, e a sua esposa, Mirele Pacheco de Freitas, foram presos na manhã deste sábado (3), em Piedade, Jaboatão dos Guararapes. Os dois são acusados de crime contra a economia popular e formação de esquema de pirâmide financeira.

LEIA MAIS:
» Donos da Priples têm bens, estimados em R$ 70 milhões, bloqueados

A prisão ocorreu na residência do casal. Também foram apreendidos pela polícia cerca de 300 mil dólares e carros de luxo, sendo uma rang rover e um camaro. O caso foi encaminhado para a delegacia do Ipsep, no Recife. O delegado Carlos Couto é o responsável pela investigação. Seis mandados de busca e apreensão haviam sido expedidos contra o casal.

camaro

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A polícia apreendeu dólares e carros de luxo na casa do casal Foto:Bobby Fabisak/JC Imagem

Os advogados do empresário foram os primeiros a chegar à delegacia do Ipsep. Por volta das 10h20, a viatura que transportava Mirele Pacheco chegou ao local. Em seguida, por volta das 11h20, foi a vez de Henrique Maciel Carmo de Lima. Ele entrou pela porta dos fundos da delegacia e não foi visto pelos jornalistas que aguardam informações em frente à unidade.

Henrique Mariano presta depoimento e vai ser encaminhado ao Instituto de Medicina Legal para exames de Corpo de Delito para, em seguido, ser levado ao Centro de Triagem professor Everardo Luna, o Cotel, em Abreu e Lima. Já a esposa dele, Mirele Pacheco, será levada à Colônia Penal Feminina do Recife, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste da cidade.

HISTÓRICO - Em seu perfil no Facebook, a empresa Priples diz trabalhar no sistema de marketing multinível, onde os divulgadores do produto (no caso da Priples são anúncios na internet) recebem ganhos de 60% mensais em cima do valor investido.

Em julho, dezenas de divulgadores da empresa fizeram fila na sede da Priples, localizada no bairro de Piedade, por não terem recebido os pagamentos.

Por conta de atraso, alguns divulgadores entraram na justiça contra a empresa, como o estudante de direito Rinaldo Moreira Cavalcanti, que decidiu entrar com uma medida cautelar de arresto para garantir os R$ 10 mil gastos para iniciar suas atividades na empresa.

Telexfree – cronologia do processo

31/07/2013

Segue matéria do site IG com informação (comprovável mediante simples acompanhamento no site do TJAC) sobre andamento da medida cautelar inominada ajuizada contra Telexfree.  A empresa, considerada por muitos como a maior pirâmide financeira brasileira, não obteve êxito em 9 tentativas de reverter a decisão que bloqueou cadastros e pagamentos.  Os advogados da Telexfree ajuizaram medidas incabíveis, quais sejam, a cautelar no STJ (supressão de instância), dois mandados de segurança (incabíveis em face da questão estar sub judice na cautelar), embargos declaratórios (que não podem ser manejados para modificar decisão) e, finalmente, deixaram de pagar o preparo de agravo regimental. A empresa segue bloqueada e já foram ajuizadas ações individuais visando ressarcimento dos investidores em alguns estados brasileiros. O blog publicará em breve um post  com considerações acerca da ação civil pública, inclusive de cunho jurídico. Na oportunidade, agradecemos a colaboração de vários leitores que têm, diariamente, trazido informações sobre Telexfree, Bbom, Multiclick, Blackdever, além de noticiarem esquemas suspeitos. Sem o auxílio de cada um, este blog não teria condições de prestar informações completas neste momento de caça as pirâmides financeiras.

 

Telexfree sofre 9ª derrota no Acre e apresenta novo recurso; bloqueio segue

Novos pedidos podem ser avaliados por desembargadores amanhã e segunda-feira (5)

A Telexfree sofreu a 9ª derrota no processo que bloqueou os pagamentos da empresa em 18 de junho . Na segunda-feira (29), os três desembargadores da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) recusaram um novo recurso para tentar reverter o congelamento das contas. Em 24 de junho, esses mesmos magistrados já haviam derrubado outro pedido feito pela defesa .

O Ministério Público do Acre (MP-AC) acusa a Telexfree de ser, possivelmente, a maior pirâmide financeira do Brasil. A empresa informa comercializar pacotes de telefonia por internet (VoIP) via marketing multinível – pelo qual revendedores ganham bônus por vendas de outros revendedores que trazem para o negócio. A rede da Telexfree tem cerca de 1 milhão de associados no País .

Procurados, os representantes da empresa não se posicionaram até a publicação desta reportagem. Em ocasiões anteriores, eles negaram irregularidades e afirmaram que continuarão a recorrer da decisão.

Leia também : ‘As pessoas confundem revenda com pirâmide’, diz diretor da Telexfree

O recurso julgado nesta segunda-feira (29) era um embargo de declaração, usado geralmente para esclarecer uma decisão anterior e não para derrubá-la. A Telexfree, porém, tentou usar o mecanismo para modificar a sentença que bloqueou os pagamentos, entenderam os desembargadores, o que não é válido.

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A Telexfree tem mais dois recursos para serem analisados pelos desembargadores do TJ-AC. O principal é o agravo de instrumento, que pode ser julgado na próxima segunda-feira (5) pela mesma 2ª Câmara Cível.

O outro é um agravo regimental contra uma outra decisão contrária, tomada pelo desembargador Adair Longuini, presidente da 1ª Câmara Cível do Tribunal, numa medida cautelar. Esse pode ir a julgamento já nesta quarta-feira (31).

Além de oito derrotas na Justiça do Acre, a defesa da Telexfree também sofreu uma no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Veja abaixo a cronologia do processo:

18 de junho

Juíza Thaís Khalil concede a liminar que bloqueia as atividades

24 de junho

Desembargador Samoel Evangelista nega agravo de instrumento (o primeiro recurso) contra a liminar

2 de julho

Ministra Isabel Galloti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nega medida cautelar dos advogados contra a liminar

8 de julho

Desembargadores da 2ª Câmara Cível negam agravo regimental (segundo recurso) contra a decisão do desembargador Samoel Evangelista no agravo de instrumento (o primeiro recurso)

10 de julho

Desembargadora Eva Evangelista nega mandado de segurança (terceiro recurso) contra a liminar

12 de julho

Desembargadora Eva Evangelista nega 2º mandado de segurança (quarto recurso) contra a liminar

19 de julho

Desembargador Adair Longuini nega medida cautelar inominada (quinto recurso) contra a liminar

24 de julho

Pleno do Tribunal de Justiça do Acre nega agravo de instrumento (sexto recurso) contra a decisão do desembargador Adair Longuini

29 de julho

2ª Câmara Cível nega embargos de declaração (sétimo recurso) contra a negativa do agravo regimental (segundo recurso)

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